Últimos presentinhos


Já faz algum tempinho que eu estava precisando mostrar os novos presentinhos que ganhei. Dessa vez, preferi elaborar um vídeo ao invés de fotografar como sempre costumo fazer. Vou deixar os links de alguns produtos aqui embaixo. Estou aberta a sugestões para vídeos e espero por suas sinceras opiniões. Grande beijo e uma bela semana!


O aniversário da mamãe e minha má sorte


Durante o aniversário da minha mãe conheci o homem mais lindo do mundo, e preciso dizer que o homem mais lindo do mundo não me achou lá grande coisa – tudo bem, ainda estou na fase das espinhas e odeio minhas pernas grossas. O homem mais lindo do mundo já foi o personagem principal de várias crônicas que com esta mão escrevi, e meu Deus, essa nossa relação de “qualquer coisa não amorosa” foi tão cruel como sentar ao lado de alguém no ônibus fedendo a nicotina. Desapeguei, deixei o vento levar embora esse meu amor platônico e toda minha angústia por não ser nenhuma garota de Ipanema (aquela moça sem celulite, com os cabelos compridos e brilhantes e com um corpo escultural) - tenho mania de achar que quando o cara é muito bonito eu preciso mudar de calçada.

Durante a comemoração, saíram frases como “você precisa conhecer o meu filho” – acho tão engraçado, as mães me amam, os rapazes não. Mas visto que minha vida com o homem mais lindo do mundo não tinha dado certo, deixei pra lá. Ano passado, pisei tanto em um cara, que agora estou pagando por todos os meus pecados, mas quero continuar colocando a culpa no destino e no moço da marmita que está demorando para chegar.

Os meus dias desde então foram girando a base de Bossa Nova, dores no útero e um pouquinho de ignorância, mas só um pouquinho, e principalmente com quem não tinha nada a ver com toda essa falta de amor e excitação e paixão e romantismo e vibrador da minha parte. Como se o mundo já não estivesse uma merda, conheci o Zé. Achei que o Zé seria o homem com quem iria me casar por dois motivos: era um homem e tinha uma barba encantadora. Zé e eu passeamos pela Avenida Paulista como dois babacas que não tem nada melhor para fazer e fizemos planos como dois babacas ainda maiores. Alguma coisa já dizia que não daria certo. Gosto de fazer planos com quem tenho a certeza que vai tirá-los de mim do mesmo jeito que gosto de Paulo Coelho.

Depois veio o Luan, o carinha que me segurou quando desmaiei dentro do trem – cujo nome e rosto não lembro, mas me apaixonei -, e o Alfredo. Nenhum deu certo. Minha mãe diz que eu demoro muito para escolher e quando finalmente escolho não sou escolhida. Sábia mamãe! Fui obrigada a chorar no colo dela de carência, e depois lembrei que tenho apenas dezessete anos e chorei mais ainda.

Só tem namorado quem sabe namorar. Quem sabe dividir a pipoca, dividir a coberta e dividir a cama. Realmente, do jeito que sou egoísta, acho difícil arrumar um. Enquanto isso fico nessa brisa de tartaruga vomitando poesia só de domingo. No metrô voltando da faculdade fico escrevendo roteiros para peças de teatro que provavelmente nunca vão sair do papel. Penso em como minha vida vai ser bonita na França e às vezes, mesmo desanimada, olho para o lado na esperança de encontrar um homem barbudo que goste de Tom Jobim e que se possível, esteja olhando pra mim. 

Essa crônica também foi publicada no meu novo blog, Escritonautas.

O melhor tipo de caminho



T-shirt Geek: Romwe
Camisa xadrez: Romwe
Short: Renner


Hoje fui almoçar com uma amiga depois do curso – nós adoramos Yakisoba -, e em seguida, ela tirou essas fotos pra mim (obrigada Anna). Gosto muito dessa camisa xadrez vermelha e dessa bonita T-shirt.

As últimas semanas foram um turbilhão, mas para o melhor tipo de caminho. No momento estou me sentindo leve, terminei todos os trabalhos da faculdade e agora é só estudar para as provas de Maio. Nesta semana entrevistei Guiomar Silva Lopes, médica que ficou presa com a presidente Dilma Rousseff durante a ditadura militar em uma ala separada chamada de “Torre das Donzelas”, no presídio Tiradentes. Foi uma experiência e tanto e estou muito animada com o curso (pensei até em mudar para PP, mas vou continuar firme e forte). O vídeo da entrevista não será publicado no Youtube.   

Por hoje é só. Um grande beijo e um belo final de semana. 



Ocupação Zuzu


Organizada pela jornalista Hildegard Angel, filha de Zuzu Angel, a exposição Ocupação Zuzu, começou na manhã desta terça-feira (01/04) no Itaú Cultural, em São Paulo. Com mais de 400 itens espalhados por três andares do instituto, é possível notar toda a trajetória de vida da estilista e também sua maneira de protestar contra o regime militar através do seu ofício - já falei um pouco sobre ela no blog (veja). Exemplo de coragem, mãe e mulher.

Há um andar para ver croquis inéditos e a delicadeza das peças: franjas de seda, bordados, rendas e misturas de estampas. Tudo muito colorido, com um jeitinho bem brasileiro. Mas emocionante mesmo é a área em que ela representa com todo o seu talento a situação político-social do Brasil e quando começa a vestir luto (sem esquecer sua relação com o mar, de arrepiar). Em meio há vários documentos, podemos encontrar os recados que escrevia para importantes personalidades sobre o seu filho Stuart Angel (preso, torturado e morto por membros do CISA em 1971), e tem uma escrivaninha para o público escrever uma carta para alguém que nunca foi encontrado. 






“Isso acontecendo no Brasil desde 1964 e eu, na minha santa ignorância, fazendo moda. Vestidinho com flor e passarinho.” – Zuzu Angel (a mãe da moda brasileira).


Fotos por: Ariana Lackshmi

Local: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 [próximo à Estação Brigadeiro]
De terça-feira a sexta-feira, das 9h às 20h
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
Entrada franca

Um pouquinho de Matilda para acalmar os nervos


Eu tenho recebido vários comentários sugerindo uma postagem sobre o curso que estou realizando. Caso você ainda não saiba, eu faço Jornalismo, mas não posso falar com clareza sobre o curso, pois estou no 1º semestre e tenho pensado seriamente em mudar para Publicidade e Propaganda. Estou com muitas dúvidas e uma pilha de nervos. Adoro escrever, gosto de criar e sei que tenho boas ideias. Além disso, preciso urgentemente de um estágio e... nada encontro. Também gostaria de pedir desculpas pelo ritmo lento do blog, meus amigos e eu estamos com projetos fantásticos na faculdade e tenho me focado muito nisso. Espero vir com várias novidades.

Encontrei um tempinho para assistir um dos meus filmes favoritos, Matilda (1996). Sou apaixonada pela Trilha Sonora, sendo assim, para acalmar os nervos, segue Rusted Root com Send Me On My Way e Thurston Harris com Little Bitty Pretty One:



Encontre-me:



Recentemente...


Quero ter nome de flor. Margarida, por favor! 


Lindo cardigã que ganhei da Romwe. Perfeito, não?! O Outono agradece.


O melhor vestido do guarda-roupa (até o momento) que ganhei da Romwe!


O comentário anterior dessa foto foi modificado para evitar que possíveis corações saiam machucados. Em caso de amor, ao persistirem os sintomas, beba uma cerveja.


Woody Allen para curar este meu desencanto.

Encontre-me: